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domingo, 31 de janeiro de 2021

“NÃO TEMOS EMPREGADOS SUFICIENTES”, DIZ PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DA CAIXA ECONÔMICA

A presidente da APCEF-MA, Gisele Menezes, aprova a abertura das 16 novas agências da Caixa Econômica no Maranhão, mas reivindica concurso público

A Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal no Maranhão (APCEF-MA) considerou boa a ideia do governo Bolsonaro de abrir novas agências do banco público em 16 municípios do estado.

Por outro lado, a presidente da entidade, Gisele Menezes, faz uma importante ressalva: a instituição financeira não dispõe de empregados suficientes para trabalhar nas novas unidades bancárias.

Segundo ela, a expansão da Caixa torna ainda mais necessária a realização de um concurso público para contratação de mais servidores, antiga bandeira de luta da categoria.

Fonte: Coluna Estado Maior (Jornal O Estado do Maranhão) 

ERA O QUE FALTAVA: MÁRCIO JERRY GOVERNADOR DO MARANHÃO

A disputa para a eleição majoritária no Maranhão seguia sem novidades entre o senador Weverton Rocha (PDT) e o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos), pelo lado situacionista. Mas, apareceu uma novidade: o nome do deputado Márcio Jerry (PCdoB).

Em Coelho Neto, não é segredo para ninguém que Márcio Jerry é muito amigo de Flavio Dino, homem de confiança do Governador. Daí a possibilidade de ele ser o nome de consenso no grupo do poder, pelo menos candidato a vice já parece decidido, segundo blogs da capital.

Você acha difícil esse Márcio Jerry ser eleito governador no Maranhão? Eu não! Vejo que depois do Rio de Janeiro é o Estado do Maranhão que tem a maior quantidade de político pilantra e eleitor vagabundo, que vende o voto até por um caixão de defunto. Daí...

sábado, 30 de janeiro de 2021

SEM PAPAS NA LÍNGUA


Um dia desses no açougue:

- Nunca mais vi um vereador, lamentou Zelilda, da Avenida Coelho Neto.

- Já? E, nem vai! Vendeu o voto e agora quer ver as autoridades, disse Raimundinho Cotó.

Um silêncio sepulcral tomou de conta do lugar.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

UMA AGÊNCIA DA CAIXA EM COELHO NETO

      Imagem ilustrativa

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou em sua live semanal de ontem (28.01), a instalação de 75 novas agências da Caixa Econômica no País sendo a maioria nas regiões Norte e Nordeste. A expectativa é que as novas agências comecem a funcionar entre 3 e 18 meses: "Em cidades acima de 40 mil habitantes que, por ventura, ainda não tenham agências da Caixa, até o final desse semestre, a Caixa terá uma agência nesses municípios", destacou Bolsonaro.

O Maranhão é um dos estados mais contemplados com um total de 16 agências nos seguintes municípios: Amarante do Maranhão, Araioses, Bom Jardim, Buriticupu, Coelho Neto, Colinas, Coroatá, Itapecuru-Mirim, Lago da Pedra, Santa Helena, Santa Luzia, São Bento, São Mateus, Vargem Grande, Tutoia e Tuntum.

A instalação de uma agência da Caixa em Coelho Neto é um sonho antigo, justificado pelo sofrimento dos deslocamentos a Caxias ou outras cidades. Para fazer justiça (e somente por isso), parte da realização desse sonho só foi possível graças ao ex-prefeito Soliney Silva. Lembro das inúmeras tratativas do ex-gestor junto à Superintendência da Caixa e dos apelos insistentes aos políticos que eram votados por aqui. Se existe mais de um pai para a criança, Soliney é um deles.  No mais, é aguardar para ver a promessa do Presidente ser cumprida!

    Uma das reuniões de Soliney com o superintendente da Caixa na época


quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

ENTRE DEUS E BOLSONARO: A VACINA CONTRA O CORONAVÍRUS

No Brasil, não são poucos os tipos de vacinas utilizadas pela população: Vacina contra Tuberculose (BCG); Vacina oral contra Poliomielite ou Paralisia Infantil (VOP); Vacina contra Difteria, Tétano, Coqueluche e Meningite; Vacina contra Sarampo, Rubéola e Caxumba; Vacina contra Hepatite B; Vacina contra Febre Amarela; Vacina contra Gripe (Influenza); Vacina contra Pneumonia (Pneumococo). Faltou alguma?

De verdade, não conheço uma viva alma que não tenha tomado uma dose de alguma dessas vacinas. Somos um país que tem a tradição de vacinar e um sistema vacinatório bastante eficiente, diga-se de passagem, comandado pelo Sistema Único de Saúde- o SUS. E, agora, por qual razão a celeuma com as vacinas contra a Covid-19?

O Instituto Datafolha fez uma pesquisa, entre os dias 8 e 10 de dezembro, por celular, com 2.016 pessoas e obteve a seguinte informação: 73% dizem que pretendem tomar a vacina contra Covid-19, e 56% acham que ela deve ser obrigatória; 22% dizem que não tomarão o imunizante e 43% são contra a obrigatoriedade.

Apesar do percentual pequeno dos que dizem não tomar, segundo a pesquisa-(22%), considero muita gente negando a importância da vacina e preferindo o risco de morrer e infectar outros, porque esses também são contra o isolamento social e o uso de máscaras. Por quê? Qual dos negacionistas não tomou nenhuma das vacinas acima? E por que incentivar outras pessoas a seguiram o caminho da intransigência, desprezando a importância da ciência e a necessidade premente da vacinação em massa?

Medo de virar zumbi, jacaré, contrair doença grave após a imunização são algumas das teses. Mas, mais grave é a manipulação do discurso da fé, da fé em Deus- como se Deus tivesse vindo dizer para alguém não se vacinar. Gravíssimo, no entanto, é acreditar ou ouvir os conselhos de um presidente insano, débil e incapaz de sentir algum tipo de emoção, de sensibilizar-se com a dor do outro, com a dor dos familiares dos mais de 200 mil mortos na guerra da pandemia. Entre Deus e Bolsonaro, fico com Deus, porque Deus é sensível, é sábio, e capaz até de perdoar os pulhas da política. Fico com Deus porque tenho fé e a certeza que Ele não quer que seus filhos morram por ignorância.

VÍTIMAS DA PERVERSIDADE HUMANA

Mais de 1 milhão de judeus e de outras minorias étnicas foram exterminados em Auschwitz, o maior e mais terrível centro de morte do regime nazista.

Nesta semana comemorou-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Após 76 anos do fim dessa tragédia, ainda não é possível entender até onde vai a maldade humana. Hitler e sua gangue figuram como os maiores carniceiros da História Humana. Porém, na atualidade e, sem darmo-nos conta, milhares de pessoas morrem, diariamente, vítima de ações políticas, religiosas, econômicas, culturais e sociais. A alienação e a manipulação transformam-nos em seres idiotas capazes de silenciar diante de absurdos.

domingo, 24 de janeiro de 2021

ACUSADO DE BRUXARIA: O QUE ACONTECEU COM O MENINO NIGERIANO ABANDONADO QUE CHOCOU O MUNDO

Uma imagem chocou o mundo em fevereiro de 2016. Nela é possível ver um pequeno menino quase esquelético, nu, sujo e abandonado; uma mulher lhe oferece uma garrafa de água, a qual ele toma com vontade, e biscoitos.

A princípio não se sabia as circunstancias pelas quais o garoto estava naquela situação, entretanto, tempos depois, foi descoberto que sua realidade não era muito diferente de milhares de crianças da Nigéria, que são acusadas de bruxaria.

O menino, de apenas dois anos, havia sofrido violência e fora deixado na rua pela própria família, ele lutava para encontrar restos de comida do lixo, ou ainda, necessitava da bondade de outros para lhe ajudar.

Todos os anos, muitos menores de idade são abandonados e, em casos mais severos, mortos, por serem associadas à bruxaria. Uma tradição forte na região africana, comunidades tendem a creditar doenças, más colheitas, perda de emprego, mortes e uma diversidade de outras situações precárias a crianças que seriam supostamente bruxas.

Algumas delas perdem a vida por conta desse costume, enquanto outras são mutiladas e deixadas em estradas, como foi o caso de Hope. Apesar de a prática ser mal vista por todo o mundo, as autoridades do país não conseguem fazer muito, pois, trata-se de atos culturais já bem enraizados na população.

Em uma viagem à Nigéria, a dinamarquesa Anja Ringgren Lovén ficou impressionada ao ver de perto a realidade daquelas vilas. Após entender sobre os casos de bruxaria que as crianças estavam envolvidas, decidiu se mudar da Dinamarca com o marido e foi viver no país africano.

Lá, através de uma denúncia, resgatou não só Hope — o qual ela batizou com o nome esperança, em inglês —, mas dezenas de outros pequenos. Criou a African Children’s Aid Education and Development Foundation (Fundação Africana de Ajuda à Educação e Desenvolvimento para Crianças, em tradução livre).

Naquele início de 2016, conseguiu atrair a atenção do mundo para sua causa, e, segundo o jornal The Independent, arrecadou mais de um milhão de dólares.

Quando foi tirado das ruas, Hope estava em um estado crítico de desnutrição, precisou passar por transfusão de sangue e um intenso tratamento para se livrar de vermes e outras doenças que ele sofria, além de, aos poucos, precisar fazer com que seu corpo se acostumasse com novos alimentos.

Entretanto, em poucas semanas, uma nova foto surpreendeu a todos. Hope não se parecia em nada com a imagem triste que todos se lembravam. Feliz, saudável, o menino estava melhor do que nunca.

Um ano depois, Lovén voltou a compartilhar com seus seguidores o desenvolvimento do nigeriano. “Como você pode ver, Hope está crescendo com rapidez e ele é um menino lindo, saudável e muito feliz por causa do tremendo amor e cuidado que recebe todos os dias de nossa equipe e de todos os nossos filhos”, disse Anja para a CBS News, em 2017.

Atualmente, Hope e mais 35 crianças vivem sob a custódia da dinamarquesa e de seu marido, David. Em uma de suas últimas atualizações nas redes sociais, o casal contou que o menino, agora com cinco anos, frequenta a escola e “está seguro e recebendo muito amor”.

Fonte: AH 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

ARTEFATOS FURTADOS DE ÁREA ONDE LAMPIÃO FOI MORTO SÃO RECUPERADOS PELA POLÍCIA

A Polícia Federal encontrou artefatos e objetos que foram furtados da área onde Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, a mulher dele, Maria Gomes de Oliveira, a Maria Bonita e nove cangaceiros foram mortos pela polícia, na Grota do Angico, localizada no município de Poço Redondo, em Sergipe.

Os objetos encontrados são munições e cápsulas deflagradas, algumas fabricadas nos anos de 1912 e 1913, além de botões e prendedores de cabelo. Os artefatos históricos foram furtados por pesquisadores do cangaço na Grota do Angico.

“Essas pessoas vão até locais de confronto e acampamento dos cangaceiros, com detectores de metais, para buscar artefatos. São pessoas de boa índole, que se interessam pelo tema e têm vontade de montar acervos e até museus para preservação da história e dos itens em si, mas a retirada desses artefatos é proibida”, explicou a Polícia Federal.

“A investigação ainda está em andamento, motivo que impossibilita maiores detalhes”, informou a polícia.

As peças foram entregues ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para serem catalogadas e preservadas.

Fonte: Isto É

HÁ 454 ANOS, OCORRIA A BATALHA DE URUÇUMIRIM, RESULTANDO NO 'NASCIMENTO' DO RIO DE JANEIRO

Piloto de uma das naus da primeira expedição de reconhecimento do litoral brasileiro, Américo Vespúcio descreveu a chegada ao Rio de Janeiro, no primeiro dia do ano de 1502, como uma imagem “paradisíaca”.  

O navegador italiano foi responsável por batizar a Baía de Guanabara de “Rio de Janeiro”. Segundo registros históricos, ele foi o primeiro europeu a ter contato com a paisagem carioca.  

Entretanto, apesar desse vislumbre, a beleza carioca logo se transformou num cenário de guerra quando os portugueses entraram em conflito com os índios tamoios, que viviam espalhados em centenas de aldeias formadas por cerca de 500 a 3.000 indígenas em cada uma.  

Apesar de seus conhecimentos sobre a fauna e flora da região, os nativos acabaram sendo dizimados. Os poucos que sobraram viram suas terras se transformarem em uma cidade. O gigantesco e mortífero confronto ficou conhecido como A Batalha de Uruçumirim, que foi iniciada em 20 de janeiro de 1567.

A cidade do Rio de Janeiro como conhecemos hoje, quiçá nunca existiria — ao menos não com as mesmas características — se o conflito não tivesse o desfecho que teve. Antes disso, em 1º de março de 1565, Estácio de Sá, comandando 220 homens, havia fundado a atual cidade do Rio de Janeiro no sopé do morro do Pão de Açúcar

Porém, a dominação portuguesa só ocorreu quando o rei de Portugal decidiu enviar reforços bélicos para a colônia dois anos depois. Naquele 20 de janeiro, mais de duzentos homens chefiados pelo governador-geral Mém de Sá e auxiliados por Arariboia — que era o líder dos índios temiminós — chegaram para bater de frente com os tamoios, comandados pelo cacique Aimberê e seu genro francês, Ernesto.  

O combate aconteceu, como o próprio nome já supõe, em Uruçumirim — onde hoje é compreendido as praias de Flamengo e da Glória. No início do século 16, os índios do Gato (que depois ficaram conhecidos como temiminós), residiam na Ilha de Paranapuã (atual Ilha do Governador). Porém, como estavam cercados de todos os lados pelos tamioios, uma derrota parecia cada vez mais eminente.  

Diante desse cenário, o lider Maracajaguaçu pediu aos portugueses para que os ajudassem a serem levados até o sul do Espírito Santo. O apoio serviu para selar uma duradoura aliança e uma eterna rivalidade contra franceses e tamoios.  

Quando a Batalha estourou, em 1567, o terror na Guanabara se estendeu até a Ilha de Paranapuã, durando 48 horas. Durante esse período, os tamoios tiveram suas aldeias atacadas e queimadas, e também foram alvejados com milhares de flechas e tiros de canhão.  

Passado esse tempo, o reduto tamoio em terras cariocas tinha ido abaixo. Como se não bastasse, Aimberê e Ernesto foram mortos no conflito, assim como os chefes indígenas de Igaraçu e Pindobuçu.

Sem resistência de seu povo, eles tiveram suas cabeças espetadas em estacas. Os poucos índios que sobreviveram do lado perdedor fugiram e se estabeleceram na região serrana.  

Apesar de saírem vitoriosos, os portugueses e os temiminós também sofreram perdas importantes, como o capitão-mor Estácio de Sá, que havia levado uma flechada na face.

Em primeiro momento, exatamente um mês depois, em 20 de fevereiro, ele veio a padecer em decorrência dos seus graves ferimentos, que provavelmente causaram septicemia. 

Além de pôr um fim nos tamoios, a Batalha de Uruçumirim também serviu para jogar uma pá de cal nos projetos franceses de criar um novo refúgio calvinista em terras tupiniquins, que havia sido idealizada pelo vice-almirante Nicolas Durand de Villegagnon e reforçada pelo Conde deColigny.  

Um ano e meio depois a brutal Batalha de Uruçumirim ser findada, o governador-geral do Brasil transferiu a sede da cidade para o Morro do Castelo, local que ainda contou com a construção de um forte, onde iniciou-se a povoação, em definitivo, do Rio de Janeiro.  

O Morro permaneceu de pé até o início da República, quando foi demolido para fomentar a imagem de ordem e progresso do primeiro mundo e sepultar, de uma vez por todas, a memória do Brasil Colonial. 

Fonte: AH 

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

CIENTISTAS ENCONTRAM PLANTA ALUCINÓGENA EM RECIPIENTES DOS ANTIGOS MAIAS

Pesquisadores foram responsáveis por encontrar, pela primeira vez, outra substância que não fosse tabaco dentro de recipientes usados pelos antigos Maias. O estudo foi realizado por cientistas da Universidade Estadual de Washington, nos Estados Unidos, e publicado na revista científica Scientific Reports.

A análise foi realizada em 14 artefatos descobertos na península de Yucatán, no México, que foram enterrados há mais de mil anos. O que os pesquisadores descobriram dentro dos artefatos foi impressionante: eles detectaram calêndula mexicana, cujo nome científico é Tagetes lucida.

A planta é conhecida principalmente por seus efeitos alucinógenos, além de ser usada na culinária. Junto dela, estava ainda tabaco seco e curado. Para os cientistas, essa mistura indica que a erva era usada para deixar o fumo mais agradável.

"Embora tenha sido estabelecido que o tabaco era comumente usado nas Américas antes e depois do contato, as evidências de outras plantas usadas para fins medicinais ou religiosos permaneceram amplamente inexploradas", disse Mario Zimmermann, especialista líder do estudo.

O estudo possibilitará que mais pesquisas sejam feitas sobre o tema. Os pesquisadores querem que a descoberta abra caminhos para mais investigações sobre o que as civilizações pré-colombianas usavam de plantas psicoativas ou não.

"Estamos expandindo as fronteiras da ciência arqueológica para que possamos investigar melhor as relações de tempo profundas que as pessoas tiveram com uma ampla gama de plantas psicoativas, que foram (e continuam a ser) consumidas por humanos em todo o mundo", explicou o co-autor do estudo, Shannon Tushingham.

Ele afirmou: "Existem muitas maneiras engenhosas pelas quais as pessoas administram, usam, manipulam e preparam plantas nativas e misturas de plantas, e os arqueólogos estão apenas começando a arranhar a superfície de como essas práticas eram antigas."

Fonte: AH